Misticismo: Sociedades Secretas


As Sociedades Secretas existem desde os primórdios da humanidade, desde o momento em que o homem passou a comunicar com outros, criar hierarquias sociais e organizar reuniões para discutir benefícios próprios ou em prol da sociedade. Há um número incontável desses grupos espalhados por todo o mundo. Em sua maioria, organizações inofensivas que reúnem indivíduos com as mesmas idéias e um objetivo em comum. Estudiosos acreditam que essas associações tiveram início com a cosanguinidade, que determinou os primeiros grupos sociais, chamados clãs de parentesco. Depois disso vieram os casamentos intertribais, permitindo a ampliação de determinada organização e originando a primeira reunião de cunho social. Na sequência, podemos conferir o nascimento dos cultos religiosos e dos clubes políticos, que durante muito tempo caminharam juntos, mas depois se dividiram em duas classes: político-social e místico-religiosa. Além de dividir ideias e objectivos, há outros motivos para o secretismo, como a prática de ritos religiosos minoritários; preservar segredos do “espírito” ou do comércio; desfrutar de algum talismã ou magia especial; e o próprio fascínio que o mistério causa. Abaixo, o internauta conhecerá um pouco mais sobre algumas das principais e mais influentes Sociedades Secretas, como atuam, ou atuaram, frente à sociedade de seu tempo.
Templários
Uma das mais famosas organizações militares de cavalaria do mundo, a Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, conhecida popularmente como Ordem dos Templários ou Ordem do Templo, foi instituída em 1118 por Hugo de Payens (1070-1136), fidalgo francês da região de Champagne. A criação dos Templários contou com total apoio da Igreja Católica e tinha como objetivo garantir a segurança dos cristãos que voltaram a fazer peregrinação após a conquista de Jerusalém pela primeira Cruzada, além de proteger locais e templos sagrados da cidade. Durante os dois séculos de atuação na Idade Média, a ordem adquiriu grande poder político, militar e econômico. O nome do grupo originou-se pelos votos de pobreza e castidade feitos por seus membros, pela fé em Cristo, e também porque a sede foi construída nos estábulos do antigo Templo de Salomão, na Terra Santa. Conta-se que nos primeiros nove anos de existência, os Cavaleiros dedicaram-se a escavações em sua sede e que, além de documentos e tesouros que os tornaram poderosos, encontraram também o Santo Graal, cálice onde foi coletado o sangue de Jesus Cristo na cruz e que também foi utilizado na última ceia. Foram os Templários também os precursores do cheque e do sistema financeiro internacional, uma vez que transportar riquezas na Idade Média representava grande risco. Com o sistema criado pela Ordem, os viajantes poderiam depositar qualquer quantia em uma das fortalezas templárias, recebendo um documento cifrado que poderia ser descontado em qualquer outra fortaleza. Para essa operação era cobrado um percentual. Com o tempo, o objetivo inicial do grupo, que era proteger os peregrinos e os lugares santos, foi dando espaço a preocupações mais materialistas, como manter relações diplomáticas com qualquer tipo de pessoa que trouxesse benefícios para a organização. Seu poder e vasta riqueza instigaram a ambição de muitos e motivou a ideia de “destruição” da Ordem do Templo. Assim, o rei Filipe IV – O Belo -, da França, querendo se apropriar dessa fortuna, acusou os membros da ordem de heresia e imoralidade. E, com o apoio do Papa Clemente V, planejou o fim da organização. Em outubro de 1307, o rei exigiu a presença de todos os membros templários da França. Eles foram encarcerados em masmorras e submetidos a torturas para se declararem culpados de heresia. Após a confissão, sob tortura, os membros superiores da ordem foram condenados a serem queimados vivos e a extinção do grupo foi aprovada por Clemente V no Concílio de Viena, em 1311.
Maçonaria
O nome "maçonaria" é originário do francês maçonnerie e do inglês masonry, que significa "construção". Esta construção é feita pelos maçons nas suas Lojas (Lodges), alguns autores dizem que a palavra é mais antiga e teria origem na expressão copta Phree Messen (Franco-maçon), cujo significado é "filhos da luz". Embora seus membros não classifiquem a organização como sociedade secreta, muitos acreditam que seja. As especificações encontradas para explicar o que é a Maçonaria remetem a uma associação de caráter universal, com membros que valorizam de desenvolvem, entre outras coisas, a filantropia, a justiça social, os princípios de liberdade, a democracia, a igualdade, e a fraternidade. Segundo informações da Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB), a história da Maçonaria pode ser dividida em três períodos: o antigo ou lendário; o medieval ou operativo e o moderno ou especulativo. Alguns historiadores apontam o século V a.C (antes de Cristo) como surgimento desse grupo, com a construção do Templo de Salomão. Justamente por essa linha de estudo, muitas pessoas relacionam a organização com a Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, também conhecida como Ordem do Templários. No medieval, os “Collegias Fabrorum” do Império Romano deram origem às associações de artífices de mesmas profissões e, na Alemanha, tais entidades foram denominadas de “Guildas” de operários, que atuavam em construções de palácios, catedrais, mausoléus, entre outros – seriam os pedreiros da época. As associações tinham por via de regra guardar os segredos das profissões, sendo divididos com poucos e depois de um certo aprendizado. Os maçons da idade lendária e medieval são tidos pelos historiadores como maçons operativos, designação oriunda do trabalho manual de muitos, enquanto o trabalho intelectual era privilégio de poucos. Já o período moderno ou especulativo teve início durante o século XVII, quando a construção de catedrais estava em declínio. O fato levou muitas “guildas” de talhadores de pedra a aceitar, como membros, pessoas de letras eruditas, que deram outro rumo à Maçonaria, tornando-a especulativa. Como não eram profissionais da arte da construção, foram rotulados de "maçons aceitos". Com a evolução da organização, chegamos em 1717, ano em que foi estabelecida a Maçonaria como conhecemos hoje. Na ocasião, quatro Lojas Maçônicas, abertas em Londres (Inglaterra), formaram a primeira Grande Loja do Mundo, a qual passou a credenciar outras Lojas e Grandes Lojas em muitos países. De acordo com a CMSB, há aproximadamente 10 milhões de Maçons distribuídos por mais de 150 Grandes Lojas existentes em todo o mundo. No Brasil, a Maçonaria passou a operar como tal por volta de 1822. Atualmente, o país possui 27 Grandes Lojas e mais de 80.000 maçons. A ordem dos maçons não aceita mulheres e, para ingressar no grupo, o indivíduo precisa se submeter a um ritual de aceitação, além de estar de acordo com todas a idéias difundidas pela associação.
Ordem Rosacruz
Segundo os próprios rosacrucianos, a Ordem Rosacruz, AMORC, é uma organização internacional, de caráter místico-filosófico, que tem por missão defender a fraternidade universal entre todos os homens e auxiliar na evolução espiritual da humanidade. Tudo isso dentro de sua tradição e cultura. Assim como na Maçonaria, possuem Grandes Lojas e, de acordo com seus seguidores, o grande objetivo é desenvolver também as potencialidades de cada indivíduo, proporcionando assim uma vida mais harmoniosa que o levará à saúde, à felicidade e à paz. O nome da ordem vem do latim Antiquus Mysticusque Ordo Rosae Crucis, do qual se deriva a sigla A.M.O.R.C. A tradução desse nome é Antiga e Mística Ordem Rosae Crucis. Segundo informações da própria organização, a origem da ordem teve início com as Escolas de Mistérios do Egito Antigo, sendo que os primeiros membros se reuniam em câmaras secretas de antigos templos e, como candidatos, eram iniciados no universo dos mistérios. De acordo com a tradição Rosacruz, as grandes pirâmides de Gizé não foram construídas para serem tumbas de faraós, mas para servirem de local de estudo e iniciação. Ao longo dos séculos essas Escolas de Mistérios evoluíram gradativamente para grandes Centros de Saber, atraindo estudantes de todo o mundo. O Faraó Tutmés III (1500 a 1447 a.C.) organizou a primeira Fraternidade de Iniciados baseada em princípios perpetuados até hoje pela Ordem Rosacruz. Depois disso, o Faraó Amenhotep IV teve sua iniciação e estabeleceu uma filosofia que reconhecia Aton, o disco solar, como símbolo da divindade única, a base da própria vida, o símbolo da Luz, da Verdade e da Bem-aventurança. Em seu símbolo, a associação traz uma cruz dourada, que representa a matéria e o corpo humano, e uma rosa semidesabrochada, que simboliza o desabrochar da consciência por meio de experiência corporal ou material. Em todos os países que actua, 20 no total, a ordem está registrada como uma organização místico-filosófica, templária, não-religiosa e cultural, não-lucrativa, educacional e apolítica. Atualmente, a sede mundial, chamada de Suprema Grande Loja, fica em San José, na Califórnia (EUA). O responsável pela Suprema Grande Loja é chamado de Imperator, termo tradicional que designa o presidente. Abaixo da Suprema, existem as Grandes Lojas, que atuam por idioma. Cada Grande Loja está sob a responsabilidade de um Grande Mestre. No Brasil, em Curitiba (PR), está a Grande Loja da Jurisdição de Língua Portuguesa, que é a sede mundial das atividades Rosacruzes para todos os países que têm o português como idioma. Alguns nomes conhecidos que tiveram ligação com a ordem: Leonardo Da Vinci (1452-1519); Cornelius Heinrich Agrippa (1486-1535); Paracelso (1493-1541); Francis Bacon (1561-1626); René Descartes (1596-1650); Blaise Pascal (1623-1662); Baruch Spinoza (1632-1677); Isaac Newton (1642-1727); Benjamin Franklin (1706-1790); Thomas Jefferson (1743-1826); Marie Corelli (1855-1924), Claude Debussy (1862-1918); e Edith Piaf (1916-1963).
Illuminati
O primeiro registo que se conhece do termo Illuminati vem do século II d.C (depois de Cristo), quando um auto-intitulado profeta chamado Montanus converteu-se ao cristianismo. Depois disso, não se teve mais notícias desse “movimento” até que, na Espanha dos séculos XV e XVI, surgiu um grupo chamado Alumbrados. Eles diziam estar em comunhão directa com o Espírito Santo e uma de suas primeiras líderes foi La Beata de Piedrahita, filha de um operário de Salamanca. Na época, ela declarou que mantinha conversas com Jesus e com a Virgem Maria. Outro segmento dessa organização se deu na França, em 1623, e ficou conhecida como Illuminés. Embora sua rápida proliferação na época, há poucos ou quase nenhum registro sobre sua natureza, práticas ou crenças. A mais conhecida sociedade nesse estilo foi criada em 1º de maio de 1776, pelo alemão Adam Weishaupt, e foi batizada de Ordem dos Perfectibilistas, conhecida tempos depois como Illuminati ou A Nova Ordem Mundial. A doutrina dessa organização “comandada” por Weishaupt era um misto de misticismo islâmico, disciplina mental jesuíta e alguns ensinamentos da maçonaria. Seus membros tinham como missão aderir a um código de moralidade rígido para criar uma sociedade de homens suficientemente fortes para se opor às forças do mal. Em 1784, o governo bávaro (alemão) baniu todas as sociedades secretas incluindo os Illuminati e os maçons. No livro Anjos e Demônios, Dan Brown também associa os Illuminati com a Maçonaria e parte da premissa de que no século XVI, sendo os Illuminati banidos de Roma, foram recolhidos pelos maçons bávaros, utilizando os mesmos como cobertura para suas atividades. A ideia criada aí é de que se formou uma sociedade secreta dentro de outra sociedade secreta. De acordo com teóricos de conspiração, a Nova Ordem Mundial, ou Illuminati, manipula eventos mundiais há centenas de anos. Para eles, um dos principais objetivos dessa organização é unir o mundo sob um único governo, reduzindo a população em dois terços e diminuindo a escala da tecnologia industrial para reduzir a poluição. Já os céticos não acreditam nessa possibilidade de governo único para controlar todas as nações, pois cada país possui interesses próprios. Actualmente, alguns teóricos afirmam que a Nova Ordem Mundial é composta por líderes mundiais, figuras religiosas, magos dos negócios, financeiros e celebridades de todo o mundo.

Medieval: Ordem dos Templários


A Ordem dos Templários foi criada na longínqua Jerusalém em 1118, por 9 cavaleiros. Estes uniram-se sob um voto de santidade e cavalaria, jurando proteger todos os peregrinos que viajassem para Jerusalém, assim como proteger a própria Terra Santa onde Jesus viveu e sucedeu todo o milagre da ressurreição. Assim a Ordem dos Templários é uma ordem de natureza mística: os seus membros são simultaneamente cavaleiros, ( guerreiros), e monges, ( homens do clero), que vivem tanto sob uma rígida disciplina militar, ao mesmo tempo que observando com todo o rigor a vida espiritual.

As cruzadas ocorrem do sec XI ao sec XII, aquando do movimento de expansão Geopolítica, económica e religiosa dos reinos europeus no sentido do médio oriente, por contraposição aos movimentos de invasão muçulmana da Europa.

Quando as cruzadas terminaram, a existência da Ordem dos Templários já não fazia sentido, pois a sua principal razão de existir, ( proteger os peregrinos que viajavam para Jerusalém, e guardar a Terra Santa), já não fazia sentido. Todos os lugares santos estavam já perdidos e 1244, e a Terra Santa depois da queda do Porto de Acre em 1291 jamais voltou a ser reconquistada. As cruzadas já não existiam, e a terra santa já não necessitava de protecção. Parecia que neste ponto da história, o papado iria simplesmente dissolver a Ordem dos Templários.

No entanto, contam as lendas que foi nesses tempos, que um segredo desenterrado do chão de Jerusalém foi levado aos olhos do papa. Tal seria a importância desse segredo religioso, que o papa Inocêncio não só autorizou a continuação da existência desta ordem religiosa, como lhe concedeu poderes ilimitados e total autonomia, sendo que assim a Ordem dos Templários prosperou sem limites nem precedentes.

A dado momento da história Europeia, dizia-se que os Templários eram a mais rica instituição do mundo, superando mesmo o Papado. Todos os reinos da Europa contraiam empréstimos á Ordem dos Templários. Os Templários funcionavam como uma grande multinacional financeira, um banco de dimensões internacionais, logo uma organização de enorme influencia e poder. Consta que um dos reinos que mais se endividou junto da Ordem dos Templários, foi a França. E rezam certas versões, que foi precisamente por esse motivo, que no Sec XVI, a França actuou cruelmente de forma a dizimar todos os membros da ordem, e a apoderar-se dos bens e tesouros da Ordem dos Templários. O rei de França Filipe VI, pressionou o Papa Clemente V de forma a obter uma autorização para atacar impunemente e á traição a Ordem dos Templários. O papa Clemente V,( também ele um dos devedores de vastas somas de dinheiro á Ordem dos Templários), acabou acedendo. Na madrugada de 13 Outubro 1307, centenas e centenas de monges foram assassinados sem ordem nem aviso. Os que não foram mortos imediatamente, foram encarcerados para logo depois serem queimados na fogueira. O movimento militar do rei Filipe VI foi fulminante e impiedoso.

No entanto, ao tentar apoderar-se do precioso segredo que a Ordem dos Templários possuía no seu tesouro, Filipe VI encontrou uma decepção: a frota de navios Templários estacionados em França desaparecera misteriosamente para nunca mais ser vista, e com ela… o segredo e o tesouro dos Templários.

Dizem as lendas, que a frota se dirigiu para Portugal, onde sabia contar com forte protecção.

Na verdade, a Historia afirma com factos uma realidade: em Portugal, a perseguição aos templários acabou por ter um desfecho completamente diferente do que sucedeu no resto da Europa.

Perante as ordens do Papa no sentido de extinguir os Templários e executar os seus cavaleiros, o rei D. Dinis instaurou um processo de inquérito de forma a averiguar sobre a culpa ou inocência desses cavaleiros.

O inquérito concluiu, (como seria de esperar), que os cavaleiros da ordem dos templários estavam inocentes de todas as acusações.

Em virtude disso, nenhuma morte ocorreu.

Mais que isso, o rei português resolveu o assunto com aguda habilidade diplomática: Retirou todos os bens materiais á Ordem dos Templários, e transferiu-os para uma nova ordem que criou ao abrigo da coroa Portuguesa.

Deu a essa nova ordem o nome de Ordem de Cristo, cujo o símbolo era precisamente a famosa Cruz da Cristo vermelha num fundo branco.

Os membros da ordem dos templários também transitaram para essa nova ordem, e assim os templários sobreviveram sob a protecção do rei, e sob uma nova identidade, intocáveis quanto ás intenções de França e do papa.

Em 1319, nascia assim a Ordem de Cristo, provavelmente um dos últimos redutos na Europa onde os templários continuaram a existir e a viver na persecução das suas santas metas, e conservando os seus míticos segredos.

Contam as lendas que os templários estiveram ocultamente envolvidos nas aventuras marítimas portuguesas, e consequentemente nos descobrimentos marítimos do sec XV e XVI, havendo sido, (na sombra e ocultamente), os grandes impulsionadores desse movimento de expansão da fé crista. Infante D. Henrique, Pedro Alvares Cabral, Vasco da Gama entre outros, foram todos eles membros da Ordem de Cristo, ou seja: templários.

Por virtude da expansão marítima dos planos templários, a Ordem dos Templários acabou chegando ao Brasil. Pedro Alvares Cabral, aos 22de Abril de 1500, descobre o Brasil e com ele, leva o movimento Templário para as gloriosas terras do novo continente.

Assim, rezam as lendas que a Ordem dos Templários assim se instalou no Brasil ate aos dias de hoje. Inúmeros símbolos de municípios no Brasil possuem ainda hoje ícones que são de inspiração templária. Afirma-se também que alguns dos símbolos presentes em Brasília e na sua arquitectura, são igualmente de inspiração Templária. O projecto místico e religioso dos templários, sobreviveu aos tempos e aos ataques, continuando vivo e activo.

No entanto, perguntas continuam por responder:

Onde esta o famoso segredo dos templários, que naquele fatídico dia de 13 Outubro 1307, zarpou dos portos de França a bordo da Frota templária, para nunca mais ser visto? Brasil? Portugal ?

Medieval: Cavaleiros Templários


Introdução
A Ordem dos Cavaleiros Templários foi uma ordem militar criada em 1119 por Hugo de Payens com o objetivo de participação nos combates das Cruzadas. A ordem foi aprovada pela Igreja Católica em 1129.

Combate nas Cruzadas
A principal função militar dos templários era ajudar os cristãos a retomarem o controle da Terra Santa (Jeresalém) tomada pelos muçulmanos.

Os cavaleiros
A Ordem dos Templários existiu por dois séculos. Seus integrantes usavam uma cruz vermelha nos escudos e no manto branco que vestiam.
Os cavaleiros templários faziam votos de pobreza. O símbolo da ordem era formado por dois cavaleiros montado num cavalo.
Sob pressão do rei Filipe IV da França, preocupado com o aumento do poder dos templários, o papa Clemente V dissolveu a ordem em 1312.


Opinião:
Gosto desta tema, os templários, as cruzadas, o exotismo e o mistério envolvente, não me considero um estudioso, mas sim, mais um leitor de obras de ficção, essencialmente, que abordam este assunto. Desperta-me o interesse, é praticamente irresestivel não ler alguma coisa sobre este tema mediaval.

Actualidade: O Simbolo Perdido



"O Símbolo Perdido" tem tudo para agarrar os leitores que se apaixonaram por "O Código de Da Vinci" já que além da continuidade de alguns personagens e das mesmas temáticas, mantém o estilo narrativo.

O novo livro vendeu um milhão de cópias no primeiro dia em que foi posto à venda nos EUA. Um sinal de que poderá chegar a níveis de sucesso do anterior romance que se tornou bestseller mundial e foi adaptado ao cinema.

Na nova obra, o autor do best-seller "O Código da Vinci" faz regressar Robert Langdon, o professor da Universidade de Harvard, especialista em simbologia, para resolver um mistério que envolve desta vez a Maçonaria e decorre em Washington, Estados Unidos.

A história começa com um acontecimento macabro: uma mão decepada aparece na Rotunda do Capitólio, sobre uma estaca, com duas tatuagens, uma no dedo indicador outra no polegar, no momento em que Robert Langdon se prepara para iniciar uma palestra no National Statuary Hall a convite de Peter Solomon, o homem que foi mutilado.

Dan Brown nasceu em 1965 em New Hampshire, nos Estados Unidos, filho de um professor de Matemática e de uma intérprete de música sacra, e tentou fazer carreira como compositor, pianista e cantor mas sem grande sucesso.

Estudou História da Arte em Sevilha, e, de regresso aos Estados Unidos, lançou o primeiro romance, "Fortaleza Digital", em 1996, com algum sucesso.

Quatro anos mais tarde, surgiu "Anjos e Demónios", e em 2003, o livro que o tornaria mundialmente célebre: "O Código Da Vinci" tornou-se um dos livros mais vendidos do mundo, traduzido em meia centena de línguas, tendo sido transposto para o cinema, tal como "Anjos e Demónios".




Opinião:
Um autor a seguir sempre com muita atenção e curiosidade, adoro a sua escrita, a sua maneira de conduzir o enredo, li todos os livros publicados em portugues e gosto de todos eles, este ainda não li, mas vou adquiri-lo rapidamente.

Opiniao: O Autor




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